
Quando pensamos em criar a seção "Entrevistas", queríamos que as pessoas dessem seu depoimento sobre um show ou fato da música que se tornou um marco em suas vidas. Abaixo, segue a entrevista conduzida com os irmãos César e Mauro Watanabe, fãs incondicionais do Kiss que estiveram presentes no show da banda semana passada em São Paulo.
GV: Qual a relação de vocês com o rock n´roll?
Mauro: O Rock está presente no nosso dia a dia seja escutando música na academia, no trabalho ou estudando. Se ligarmos o rádio tem que ser para escutar um rock.
A trilha sonora quando estamos no computador é rock n´roll que é um gênero para qualquer hora. E não é só para escutar não, tem que ser na imagem também. Na TV buscamos sempre um clipe de uma banda de rock. Usando o português claro: é pau pra toda obra.
GV: Podemos dizer que o rock é a trilha sonora do seu cotidiano então?
Mauro: É a trilha sonora da nossa vida.
GV: Houve alguma influência para que vocês pendessem para o lado do rock ou foi um processo natural das coisas?
Mauro: Não tive a influência de ninguém. Vou te falar que fui um cara de fases. Até os 10 anos escutei dance, musica eletrônica dos anos 80/90, mas curti e enjoou.
Houve uma época que cheguei a escutar pagode e axé, mas em pouco tempo perdi o interesse. O rock, desde meus tempos de garoto foi algo que sempre ouvi e nunca me cansei, não tem como fugir dele. É um estilo que te marca e não tem nada igual.
César: Na verdade não tive nenhuma influência também, se bem que teve o lance de ouvir com um colega de escola e gostar. Depois que você descobre e começa a curtir o som, procura buscar um pouco mais de outros artistas do gênero.
Uma grande influência do rock para mim por volta dos 15 anos foi justamente o Kiss. Quando você assiste ao show deles não tem como não falar: “Putz, isso é rock n´ roll!!!”. Foi algo que me incentivou e desde então passei a buscar novos sons dentro do rock.
GV: Quando foi que vocês escutaram o Kiss pela primeira vez? Qual foi a sensação?
Mauro: Acho que foi quando tinha sete anos. A primeira música que escutei foi Forever e achei muito louco. Era até então uma balada que eu nunca tinha ouvido e gostei pra caramba logo de cara. Procurei a letra da musica, gravei em fita K7 e passei a conhecer outros sons deles. Nessa época assisti a um clipe do Kiss na MTV e nele o Gene Simmons fazia suas loucuras no palco, soltando sangue pela boca e tocando baixo junto com aquelas luzes, achei tudo muito macabro. Eu era mais jovem e tinha me deparado com algo que era totalmente novo para mim, pensei que era coisa do satanás e fiquei com receio da banda. Mesmo assim, peguei um álbum emprestado com um amigo na época em que eles não usavam máscaras e o receio desapareceu. Quando meu irmão foi ao primeiro show dele (o terceiro da banda no país) com 15 anos, passei a me interessar ainda mais. É engraçado, pois até em um curso de Web Designer que estava fazendo na época, meu tema principal era o Kiss. Meu primeiro trabalho no curso era totalmente voltado à banda.
César: Na verdade eu cheguei a ver fotos com meu amigo de escola e achei assustador, macabro. Mas então esse meu colega falou do som e fiquei curioso. Escutei a música Forever (que na época era um hit nas rádios) sem saber que pertencia ao Kiss e quando descobri que era da banda, passei a buscar novos discos. Quando escutei o álbum Detroyer com as músicas Detroit Rock City, Beth, Shout It Out Loud, achei muito louco e fiquei fanático mesmo. Passei a acompanhar toda a discografia e saber tudo sobre a banda. Eu falava para o meu irmão que o Kiss era responsável pelo melhor show do mundo e meu irmão não acreditava muito. Foi na terceira passagem da banda pelo Brasil no dia 17/04/1999 durante a turnê do álbum Psico Circus no autódromo de Interlagos que realizei meu sonho: ir a um show do Kiss.
GV: Sobre o show no Brasil, qual era a expectativa?
Mauro: Não tivemos a oportunidade de ver o show do Chile, mas na Argentina conseguimos acompanhar pela internet e tivemos toda a certeza de que realmente seria bem louco. Quando chegamos ao local do show com aquela fila enorme, pessoas maquiadas e que realmente curtiam a banda, ficamos frenéticos. Era visível que as pessoas que estavam lá possuíam uma enorme paixão pelo Kiss. Só vivenciando o clima para entender.
GV: Como vocês se sentiram estando caracterizados de membros do Kiss? Foi algo que chamou a atenção das pessoas nas ruas e no próprio show?
Mauro: Quando nós estávamos terminando a pintura, pensamos: “Agora estamos no show!”. Foi muito legal, pois trabalhamos o dia inteiro e não tivemos a chance de comer nada. Estávamos beliscando um lanche antes do show e as pessoas nos olhavam curiosas, algumas querendo tirar fotos com a gente e foi engraçado. Bateu aquela coisa de ego e tiramos fotos com as pessoas, metendo a língua pra fora, com o olho virado a la Gene Simmons e incorporando o personagem.
GV: Qual era o sentimento de estar se dirigindo ao show de uma banda considerada um dos principais nomes do rock n´ roll?
César: Ah cara, é surpreendente, mágico e incrivelmente emocionante.
GV: Como estava o clima na Arena Anhembi? Era possível identificar diferentes gerações no show?
Cesar: Quando nós estávamos fazendo a maquiagem, podemos ver algumas pessoas que aparentavam ter seus 45, 50 anos. Eram fãs que curtiam a banda na adolescência e ainda acompanhavam os caras. Olhamos para o lado e tinha um garoto de uns 8 anos fazendo a maquiagem, todo empolgado com o pai que procurava passar adiante o espírito rock n´roll. Não é de se surpreender pois não é uma banda qualquer, a maquiagem, o cara cuspindo sangue, fogos de artifício, bateria que flutua, isso mexe mesmo com pessoas de qualquer idade.
GV: Qual faixa etária era maioria no show?
César: Pude perceber que o público estava bem mesclado, mas não tinha muito jovem daquela faixa etária que curte emo. Dessa faixa realmente não tinha. Era uma galera que aparentava ter lá seus 30 anos e que curte rock de verdade.
GV: Musicalmente falando, eles ainda estão em forma?
César: O show foi 90% perfeito e em alguns momentos você percebe que falta voz ao Paul Stanley, mas são detalhes mínimos. Essa questão pesa um pouco, mas no quesito animação os caras são bem jovens. Eles jogam sangue da boca em um lado do palco e logo depois estão em outra plataforma cantando e fazendo mais uma loucura. Na parte da animação eles não devem nada a ninguém, mas na voz, se prestar atenção, é possível perceber que a idade já pesa um pouco.
GV: A ausência de dois membros originais do Kiss, Ace Frehley e Peter Criss, comprometeu a química da banda no palco?
César: Acho que não, pois embora ambos tocassem bem, tinham um grande defeito que era o abuso no uso de drogas. Nós não percebemos isso nos integrantes atuais que mandaram ver e tocaram muito, logo eles não fizeram falta. Quando eu vi os membros originais em 1999 os dois foram bem, mas tinham esse defeito que os afastou da banda.
GV: Qual foi o melhor momento da noite para vocês?
César: Sem dúvida quando tocaram Rock n´ Roll All Nite. É diferente o som, a música, a iluminação. Realmente é o hino da banda com direito a uma festa de fumaça, papel picado e jogo de luz dando a sensação da festa perfeita. Só estando lá para sentir o clima. Realmente show de bola.
GV: Paul Stanley e Gene Simmons costumam dizer que não existe nada igual a uma apresentação do Kiss. Pode-se dizer que realmente é o melhor show do planeta?
César: Com certeza é o melhor show do planeta da melhor banda do mundo. YOU WANT THE BEST, YOU GOT THE BEST!!! (risos).
GV: Existe alguma banda recente, nacional ou internacional, que um dia possa ser comparada ao Kiss?
Mauro: Não tem. O Kiss é único, o show e a banda. Podem fazer algo parecido, mas igual não tem como. Eles criaram o show business e inovaram o modo de se fazer um show. Não basta tocar, tem que cativar e representar os personagens. Escutamos há muito tempo atrás que o Kiss era uma cópia do Secos e Molhados, mas é incomparável.
GV: O que leva os fãs a serem tão fies ao Kiss e realmente formar um exército?
César: O que leva a galera a ser tão fiel para mim é essa questão do show. O estilo influencia bastante, eles se maquiam pra subir no palco, usam armadura, bota de dragão, isso tudo influencia. Todos os fatores que fazem parte do show pesam como fogos de artifício, labaredas saindo palco. Eles dão as fãs o que eles querem.
GV: Ultimamente, os chamados “Reality Shows” vem sendo protagonizados por celebridades da música em geral, dentre eles Gene Simmons. Na opinião de vocês, essas séries de TV influenciam a carreira musical das celebridades de forma positiva ou negativa?
César: Acho que positiva já que é mais uma forma do público interagir, conhecer o artista, além de buscar e cativar os fãs. Acho uma idéia válida considerando que o fã tem a curiosidade de saber tudo que o artista faz, pensa, enfim, é uma jogada interessante.
GV: No geral, como foi organizado o show? Que nota vocês dariam?
César: É sempre complicado pensar na organização já que todos querem ganhar as custas dos fãs. Acho que o que pegou foi na alimentação dentro do local do evento. O policiamento foi muito bem estruturado, controlando o trânsito e organizando os arredores. Fui para o show de metrô então o acesso foi muito fácil. Com relação ao estacionamento, não estava tão caro, já que o preço é sempre bem elevado em eventos desse tipo. O que realmente pesou foi na venda de alimentos com água quente sendo vendida a R$5,00 reais. Dou nota 7 pela organização.
GV: Qual a nota para o show do Kiss?
Ambos: De zero a 10, nota máxima!! Show perfeito!! Foi 10!!
GV: Vocês acreditam em uma nova vinda da banda ao país?
César: Existe uma pequena chance já que um novo álbum será gravado este ano e com certeza uma nova turnê será realizada. Acho que é uma possibilidade.
GV: E estarão lá?
Ambos: Sem dúvida, mas desta vez não vamos economizar. Iremos de pista vip.
GV: Qual a relação de vocês com o rock n´roll?
Mauro: O Rock está presente no nosso dia a dia seja escutando música na academia, no trabalho ou estudando. Se ligarmos o rádio tem que ser para escutar um rock.
A trilha sonora quando estamos no computador é rock n´roll que é um gênero para qualquer hora. E não é só para escutar não, tem que ser na imagem também. Na TV buscamos sempre um clipe de uma banda de rock. Usando o português claro: é pau pra toda obra.
GV: Podemos dizer que o rock é a trilha sonora do seu cotidiano então?
Mauro: É a trilha sonora da nossa vida.
GV: Houve alguma influência para que vocês pendessem para o lado do rock ou foi um processo natural das coisas?
Mauro: Não tive a influência de ninguém. Vou te falar que fui um cara de fases. Até os 10 anos escutei dance, musica eletrônica dos anos 80/90, mas curti e enjoou.
Houve uma época que cheguei a escutar pagode e axé, mas em pouco tempo perdi o interesse. O rock, desde meus tempos de garoto foi algo que sempre ouvi e nunca me cansei, não tem como fugir dele. É um estilo que te marca e não tem nada igual.
César: Na verdade não tive nenhuma influência também, se bem que teve o lance de ouvir com um colega de escola e gostar. Depois que você descobre e começa a curtir o som, procura buscar um pouco mais de outros artistas do gênero.
Uma grande influência do rock para mim por volta dos 15 anos foi justamente o Kiss. Quando você assiste ao show deles não tem como não falar: “Putz, isso é rock n´ roll!!!”. Foi algo que me incentivou e desde então passei a buscar novos sons dentro do rock.
GV: Quando foi que vocês escutaram o Kiss pela primeira vez? Qual foi a sensação?
Mauro: Acho que foi quando tinha sete anos. A primeira música que escutei foi Forever e achei muito louco. Era até então uma balada que eu nunca tinha ouvido e gostei pra caramba logo de cara. Procurei a letra da musica, gravei em fita K7 e passei a conhecer outros sons deles. Nessa época assisti a um clipe do Kiss na MTV e nele o Gene Simmons fazia suas loucuras no palco, soltando sangue pela boca e tocando baixo junto com aquelas luzes, achei tudo muito macabro. Eu era mais jovem e tinha me deparado com algo que era totalmente novo para mim, pensei que era coisa do satanás e fiquei com receio da banda. Mesmo assim, peguei um álbum emprestado com um amigo na época em que eles não usavam máscaras e o receio desapareceu. Quando meu irmão foi ao primeiro show dele (o terceiro da banda no país) com 15 anos, passei a me interessar ainda mais. É engraçado, pois até em um curso de Web Designer que estava fazendo na época, meu tema principal era o Kiss. Meu primeiro trabalho no curso era totalmente voltado à banda.
César: Na verdade eu cheguei a ver fotos com meu amigo de escola e achei assustador, macabro. Mas então esse meu colega falou do som e fiquei curioso. Escutei a música Forever (que na época era um hit nas rádios) sem saber que pertencia ao Kiss e quando descobri que era da banda, passei a buscar novos discos. Quando escutei o álbum Detroyer com as músicas Detroit Rock City, Beth, Shout It Out Loud, achei muito louco e fiquei fanático mesmo. Passei a acompanhar toda a discografia e saber tudo sobre a banda. Eu falava para o meu irmão que o Kiss era responsável pelo melhor show do mundo e meu irmão não acreditava muito. Foi na terceira passagem da banda pelo Brasil no dia 17/04/1999 durante a turnê do álbum Psico Circus no autódromo de Interlagos que realizei meu sonho: ir a um show do Kiss.
GV: Sobre o show no Brasil, qual era a expectativa?
Mauro: Não tivemos a oportunidade de ver o show do Chile, mas na Argentina conseguimos acompanhar pela internet e tivemos toda a certeza de que realmente seria bem louco. Quando chegamos ao local do show com aquela fila enorme, pessoas maquiadas e que realmente curtiam a banda, ficamos frenéticos. Era visível que as pessoas que estavam lá possuíam uma enorme paixão pelo Kiss. Só vivenciando o clima para entender.
GV: Como vocês se sentiram estando caracterizados de membros do Kiss? Foi algo que chamou a atenção das pessoas nas ruas e no próprio show?
Mauro: Quando nós estávamos terminando a pintura, pensamos: “Agora estamos no show!”. Foi muito legal, pois trabalhamos o dia inteiro e não tivemos a chance de comer nada. Estávamos beliscando um lanche antes do show e as pessoas nos olhavam curiosas, algumas querendo tirar fotos com a gente e foi engraçado. Bateu aquela coisa de ego e tiramos fotos com as pessoas, metendo a língua pra fora, com o olho virado a la Gene Simmons e incorporando o personagem.
GV: Qual era o sentimento de estar se dirigindo ao show de uma banda considerada um dos principais nomes do rock n´ roll?
César: Ah cara, é surpreendente, mágico e incrivelmente emocionante.
GV: Como estava o clima na Arena Anhembi? Era possível identificar diferentes gerações no show?
Cesar: Quando nós estávamos fazendo a maquiagem, podemos ver algumas pessoas que aparentavam ter seus 45, 50 anos. Eram fãs que curtiam a banda na adolescência e ainda acompanhavam os caras. Olhamos para o lado e tinha um garoto de uns 8 anos fazendo a maquiagem, todo empolgado com o pai que procurava passar adiante o espírito rock n´roll. Não é de se surpreender pois não é uma banda qualquer, a maquiagem, o cara cuspindo sangue, fogos de artifício, bateria que flutua, isso mexe mesmo com pessoas de qualquer idade.
GV: Qual faixa etária era maioria no show?
César: Pude perceber que o público estava bem mesclado, mas não tinha muito jovem daquela faixa etária que curte emo. Dessa faixa realmente não tinha. Era uma galera que aparentava ter lá seus 30 anos e que curte rock de verdade.
GV: Musicalmente falando, eles ainda estão em forma?
César: O show foi 90% perfeito e em alguns momentos você percebe que falta voz ao Paul Stanley, mas são detalhes mínimos. Essa questão pesa um pouco, mas no quesito animação os caras são bem jovens. Eles jogam sangue da boca em um lado do palco e logo depois estão em outra plataforma cantando e fazendo mais uma loucura. Na parte da animação eles não devem nada a ninguém, mas na voz, se prestar atenção, é possível perceber que a idade já pesa um pouco.
GV: A ausência de dois membros originais do Kiss, Ace Frehley e Peter Criss, comprometeu a química da banda no palco?
César: Acho que não, pois embora ambos tocassem bem, tinham um grande defeito que era o abuso no uso de drogas. Nós não percebemos isso nos integrantes atuais que mandaram ver e tocaram muito, logo eles não fizeram falta. Quando eu vi os membros originais em 1999 os dois foram bem, mas tinham esse defeito que os afastou da banda.
GV: Qual foi o melhor momento da noite para vocês?
César: Sem dúvida quando tocaram Rock n´ Roll All Nite. É diferente o som, a música, a iluminação. Realmente é o hino da banda com direito a uma festa de fumaça, papel picado e jogo de luz dando a sensação da festa perfeita. Só estando lá para sentir o clima. Realmente show de bola.
GV: Paul Stanley e Gene Simmons costumam dizer que não existe nada igual a uma apresentação do Kiss. Pode-se dizer que realmente é o melhor show do planeta?
César: Com certeza é o melhor show do planeta da melhor banda do mundo. YOU WANT THE BEST, YOU GOT THE BEST!!! (risos).
GV: Existe alguma banda recente, nacional ou internacional, que um dia possa ser comparada ao Kiss?
Mauro: Não tem. O Kiss é único, o show e a banda. Podem fazer algo parecido, mas igual não tem como. Eles criaram o show business e inovaram o modo de se fazer um show. Não basta tocar, tem que cativar e representar os personagens. Escutamos há muito tempo atrás que o Kiss era uma cópia do Secos e Molhados, mas é incomparável.
GV: O que leva os fãs a serem tão fies ao Kiss e realmente formar um exército?
César: O que leva a galera a ser tão fiel para mim é essa questão do show. O estilo influencia bastante, eles se maquiam pra subir no palco, usam armadura, bota de dragão, isso tudo influencia. Todos os fatores que fazem parte do show pesam como fogos de artifício, labaredas saindo palco. Eles dão as fãs o que eles querem.
GV: Ultimamente, os chamados “Reality Shows” vem sendo protagonizados por celebridades da música em geral, dentre eles Gene Simmons. Na opinião de vocês, essas séries de TV influenciam a carreira musical das celebridades de forma positiva ou negativa?
César: Acho que positiva já que é mais uma forma do público interagir, conhecer o artista, além de buscar e cativar os fãs. Acho uma idéia válida considerando que o fã tem a curiosidade de saber tudo que o artista faz, pensa, enfim, é uma jogada interessante.
GV: No geral, como foi organizado o show? Que nota vocês dariam?
César: É sempre complicado pensar na organização já que todos querem ganhar as custas dos fãs. Acho que o que pegou foi na alimentação dentro do local do evento. O policiamento foi muito bem estruturado, controlando o trânsito e organizando os arredores. Fui para o show de metrô então o acesso foi muito fácil. Com relação ao estacionamento, não estava tão caro, já que o preço é sempre bem elevado em eventos desse tipo. O que realmente pesou foi na venda de alimentos com água quente sendo vendida a R$5,00 reais. Dou nota 7 pela organização.
GV: Qual a nota para o show do Kiss?
Ambos: De zero a 10, nota máxima!! Show perfeito!! Foi 10!!
GV: Vocês acreditam em uma nova vinda da banda ao país?
César: Existe uma pequena chance já que um novo álbum será gravado este ano e com certeza uma nova turnê será realizada. Acho que é uma possibilidade.
GV: E estarão lá?
Ambos: Sem dúvida, mas desta vez não vamos economizar. Iremos de pista vip.




